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terça-feira, 9 de julho de 2013

PARÁBOLA DO PAI BONDOSO

Lucas 15,11-32
    " Um homem tinha dois filhos, um dia o filho mais novo pediu ao  pai sua parte na herança e foi embora para um país distante e lá gastou todo o seu dinheiro.Depois de ter gastado tudo naquele país  estranho ele começou a passar fome, então resolveu pedir emprego  e lhe mandaram cuidar dos porcos e ali, naquele lugar horrível até a comida dos porcos lhe era negada. Então, ele se lembrou da casa de seu pai, onde tinha tudo e não lhe faltava nada. Um arrependimento muito grande tomou conta conta deste filho, que resolveu voltar e pedir perdão a seu pai. Quando seu pai o avistou de longe, correu ao seu encontro, o abraçou, o beijou e fez uma grande festa".
     Esta passagem é muito bonita, pois nos mostra como Deus é bondoso. Deus é Pai e ama e recebe todo aquele que se afastou e volta arrependido. Deus é misericórdia, quer dizer, está sempre disposto a perdoar.
     É necessário que voltemos a Ele, como fez aquele filho que reconheceu seu erro, voltou e pediu perdão. Deus nunca se afasta de nós, por pior que seja os nossos erros, Ele espera a cada dia o nosso arrependimento e a nossa volta.


Uma música do Pe Zezinho  (O viajante)

Eu tinha muita fome de ir embora
Pra ver a vida como a vida era
Pra'quele teu conselho eu não liguei
E agora eu vejo o quanto me enganei

        Manda-me um bilhete de regresso
        Ou venha me buscar, não  ando bem
         Pensei que abandonar-te era progresso
        Mas sem o  teu amor não sou ninguém

Peguei a minha herança e fui embora
De todos os manjares eu provei
Não houve nada que eu não fiz lá fora
Mas nem por isso eu me realizei

          Dinheiro, amores, drogas  malandragem
          Eu tinha isso tudo isso e muito mais
          Gastei a minha herança na viagem
          Comprei a vida, mas não tenho paz
Eu vi a vida como a vida era
E vi que a vida as vezes dói demais
Viver sem teu amor é uma quimera
Eu volto a ser teu filho pra ter paz.
     
         Aos poucos, eu ensaio aquele abraço
         Que um filho arrependido dá no pai,
         Na hora que eu voltar ao teu regaço
         Te juro que eu não saio nuca mais.
       
       






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